As novas Yamahas FZ6n e FZ6s - Fazer 600, vieram com tudo, em tecnologia, preço e com um designe esportivo da linha “R” quem impressiona, realmente um páreo duríssimo para as Honda Hornets.
Para delírio dos fãns , as Yamahas ainda tem a opção de escolha entre uma Naked pura e uma semi carenada sendo que a Fz6 N , uma típica Naked para quem cultiva a essência de uma motocicleta desse modelo, com um farol faceta tipo diamante.
A Fz6 S é mais para aqueles que querem uma moto para viagens longas e mais confortáveis, ainda com 2 faróis inspirados na linha “R” com lentes em policarbonato.
Um dos atrativos é o sistema de imobilização, garante que ao tirar a chave da ignição, o sistema bloqueia a partida que só é desativado quando a chave original é novamente introduzida, não reconhecendo cópias, outras chaves ou ligação direta da partida, coisa que ao meu ver é meio complicado na perda da chave original.
A FZ6 N está disponível em duas cores; preta ou prata, enquanto a FZ6 S é comercializada somente na cor azul.
Os modelos têm um ano de garantia sem limite de quilometragem.
O preço público sugerido, posto Manaus, Amazonas, sem frete e seguro, com óleo incluso é de R$ 33.800,00, para a FZ6 S, e de R$ 32.000,00, para a FZ6 N, esse valor só não pode ser menor porque os modelos ainda não são totalmente produzidos no Brasil.
As motos vem para cá no modo CKD (Completely Knocked Down) são apenas montadas no Brasil, Pouquíssimas peças são realmente feitas aqui.
Em virtude disso se da o valor alto , pois os impostos sobre importação aqui são mais de 60 % do valor da moto, mas não assusta tanto porque a rival Hornet também esta na mesma faixa de preço.
Realmente uma excelente opção, ambas aprovadas pelo Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).
Maiores detalhes e especificações no vídeo abaixo.
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A nova 660r Yamaha, chega ao Brasil, prometendo boas vendas.
Uma moto que já esta se tornando paixão entre os adeptos desse modelo, uma ótima opção de troca para quem tem uma falcon por exemplo e quer partir para uma maior cilindrada.
Algumas mudanças deixarão a 660R com uma roupagem nova, a cor vermelha aumenta ainda mais o desejo de ter uma maquina como esta, também teve a adição da sonda lambda ao sistema de injeção eletrônica, agora uma exigência estabelecidos pela PROMOT 3, para e emissão de poluentes .
O motor não teve alteração no seu desempenho, continuando com seus 5,95 kgf.m de torque a 5.250 rpm e potência máxima de 48 cv a 6.000 rpm.
Um excelente modelo que vem também com um preço que certamente não terá competidores, podendo variar de R$ 25 mil a R$ 28 mil reais dependendo da concessionária.
Vale a pena juntar uma grana e trocar por essa excelente maquina, abaixo as especificações.
Comprimento total 2.240mm, peso seco 165 kg, motor 4 tempos, OHC, refrigeração líquida, 4 válvulas, 1 cilindro, 660 cc, potencia máxima 48 cv a 6.000 rpm, torque máximo 5,95 kgf.m a 5.250 RPM, partida elétrica, sistema de lubrificação Carter seco, capacidade do reservatório de óleo 2,90 litro, capacidade do tanque de combustível 15 litros, alimentação por injeção eletrônica, sistema ECU de ignição, 5 marchas engrenamento constante, embreagem multidisco banhado a óleo, quadro Diamond, pneu dianteiro 90/90-21 M/C 54 S, pneu traseiro 130/80-17 M/C 65 S, Freio dianteiro Disco tipo flutuante de 298 mm de diâmetro, acionamento hidráulico., freio traseiro Disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico, suspensão dianteira garfo telescópico, mola e óleo, suspensão traseira Braço oscilante, monocross, painel de instrumentos Velocímetro, hodômetro total, hodômetro parcial e relógio. Indicador de: sistema de imobilização, temperatura do motor, nível de combustível baixo, farol alto, pisca, pisca alerta, neutro, cores vermelha e preta.
YZF-R1 2009, sonho de consumo de milhares de amantes das duas rodas, a nova R1 vem com grandes e inovadas mudanças no chassis e motor.
A Rainha das Superesportivas vem com um novo motor de 998cc de quatro cilindros em linha, DOHC e 4 válvulas por cilindro, com uma cambota de planos cruzados que permite diferentes seqüências de ignição (270º-180º-90º-180º). Esta modificação significa que cada pistão tem um movimento individual, ao contrário de um quatro cilindros convencional em que os pistões se movem aos pares.
A nova YZF-R1 possui as tecnologias YCC-I e YCC-T provenientes do mundo da competição, também conta com o novo sistema, "D-mode Map". Com esta nova tecnologia o condutor pode escolher três mapas de ejeção diferentes. O sistema no modo Standard fornece a potência indicada para todas as situações, o mapa A fornece potência total, enquanto que o mapa B entrega a potência de forma mais suave que os restantes. Ao nível da ciclística, a nova YZF-R1 conta com um novo quadro Deltabox de elevada rigídez, desenvolvido para melhorar o controle e baixar o centro de gravidade.
Nas suspensões é que esta a grande novidade da YZF-R1, com a opção da montagem de uma forquilha invertida, com bainhas de 43mm, em que os sistemas de amortecimento estão separados. Na direita encontram-se as válvulas de extensão, e à esquerda encontram-se as válvulas de compressão. Sem duvida a Rainha de todas as esportivas vai levá-lo ao êxtase da liberdade em duas rodas. abaixo mais algumas especificações do modelo
Potencia máxima: 133.9 KW(182CV) – 12500 RPM, Injeção eletrônica, embreagem húmida múltiplos discos, alimentação injeção eletrônica, ignição TCI, arranque elétrico, transmissão 6 velocidades, combustível tanque de 18 litros, deposito de óleo 3.73 litros, freios duplo disco dianteiro 310 mm, pinça com 6 pistões, um disco traseiro de 220 mm, pneu da frente 120/70 e traseiro 190/55. Abaixo um vídeo para você curtir essa nova maravilha.
A Yamaha RD 350 (também conhecida como Viúva Negra) é uma série de motocicletas que foi produzida entre 1973 e 1994. No Brasil, sua produção começou em 1986 com o modelo RD350LC YPVS
Em 1967 a Yamaha lançou a R1, uma 350, 2 cilindros, 2 tempos. Em 1968 é lançada a R2 350 com motor, chassi e componentes totalmente diferentes, seu motor também 2 cilindros, 2 tempos, passou a ser Twin (os pistões movimentam-se em conjunto). Em 1969 foram fabricadas as R3, com visual similar a R2, apenas com o velocímetro e tacômetro independentes (antes era um mostrador único aclopado na cuba do farol). Assim como a R2, tiveram também a opção dos canos de escapamento Scrambler (tipo trail) e versão Grand Prix. Em 1970 vieram as R5, visual totalmente remodelado e mecância derivada das TR3 350 de competição, imediatamente obtiveram sucesso em todo mundo. Posteriormente foram lançadas as R5 350 B (1971) e R5 350 C (1972), os modelos R5 diferenciavam-se entre si apenas pelas cores:
Não foram fabricados modelos R4 por motivo de o número 4 no Japão significar o número da morte e outras negatividades.
A RD 350 (Race Developed) foi lançada em 1973 nas cores "candy red" e "Racing Green". A RD 350 inaugurou o uso do Torque Induction, a palheta de torque, um mecanismo que veda o retorno da mistura ar/combustível/óleo 2 tempos para o carburador, proporcionando melhor torque em baixas rotações e economia de combustível, um ponto crítico do Motor 2 Tempos. Também foram introduzidos os freios a disco dianteiro com pastilhas de dupla ação (dois cilindros), caixa de mudanças passou a ter com 6 marchas, o bloco do motor obteve novas tampas laterais com formato oval, Os mostradores (velocímetro e tacômetro) foram fixados em um painel onde também tinham as luzes de monitoramento dos piscas (Flash) independentes para cada direção, neutro e farol alto. A extrema potencia do motor exigia muita atenção e habilidade na pilotagem, pois era praticamente uma motocileta de competição trafegando na rua. Foi assim que a moto ganhou o apelido de "Viúva Negra". A RD 350 vinha com um assessório fixado por baixo da mesa inferior, que funcionava como amortecedor de direção, estranhamente muitas Rd's eram vendidas sem este componente.
RD 350 A lançada em 1974, RD 350 B fabricada de 1975 à 1976 e RD 350 C "slim tank" (tanque de combustível mais estreito)lançada em 1977 no mercado do Estados Unidos. A diferença entre elas foram apenas nas cores e grafismos. A RD 350 B esteve de volta na India em 1983, sob nome de Rajdoot 350, foram fabricadas em 2 modelos, High Torque e Low Torque, este último com 27 HP. Apesar de terem sido simbolos Cult e de status, foram descontinuadas em 1989, o perfil dos condutores e as condições das ruas não estavam preparados para uma motocilcleta desse calibre.
Em 1986 passa a ser produzida no Brasil com novo visual e carenagem semi-integral e já em 1987 uma decisão da Yamaha centraliza a produção das RD350 em nosso país, sendo exportada para o resto do mundo e descontinuada no Japão. Assim a RD350 no ano de 1988, ganha carenagem integral, discos de freios ventilados, suspensão dianteira Showa e um novo nome, RD350R, adequando-se ao exigente mercado externo.
Em 1989 foi produzida a série limitada denominada "limited edition", em comemoração ao sucesso de vendas da motocicleta no exterior, principalmente na Europa. Foram fabricadas apenas 350 exemplares, um número de produção sugestivo que contemplava as cilindradas do motor. As motocicletas foram numeradas por uma plaqueta de identificação. O modelo da série limitada caracterizava-se, especialmente, pela pintura cor branco perolizado e pelos gráficos exclusivos, que eram iguais aos do modelo comercializado na Europa alguns anos antes. O propulsor da série especial tinha 63 cavalos, contra 55 do modelo convencional. Especulou-se na época que apenas algumas destas 350 motos produzidas foram comercializadas no mercado, pois grande parte da produção teria sido direcionada a pessoas de notável importância da YAMAHA, tanto do Brasil quanto do exterior, ou seja, poucas unidades foram vendidas no Brasil.
Em 1991 recebeu sua última remodelagem, passando a contar com carenagem totalmente fechada no estilo da CBR600 e Suzuki RGV. Ganha novos faróis duplos seguindo o mesmo padrão de estilo das FZR. Teve sua produção encerrada para o mercado brasileiro em 1993, sendo que seus últimos modelos foram vendidos até o final desse ano.
Ainda assim, foram produzidas para o mercado italiano, alemão e espanhol até o ano de 1995, quando infelizmente saíram totalmente de produção, deixando uma enorme legião de fãs e adoradores órfãos por todos os cantos do planeta.
Fonte neste link aqui